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problemas na gravidez / 5 POSTS ENCONTRADOS

Amo-te Ana Sofia, amo-te como nunca pensei que fosse possível

por Márcia Carneiro
Engravidei a uma segunda-feira. Quando penso nisso surge na minha mente o refrão da canção dos U2 chamada “Sunday, Bloody Sunday”. E nem me apercebo que canto “Monday, Bloody Monday”. Pode parecer cruel ser assim que me recordo do momento de conceção da minha filha, do início do que é suposto ser a mais bela história de amor que uma mulher alguma vez pode experimentar.

A experiência de nascer e renascer: estou grávida!

por Márcia Carneiro
Não me lembro de um único dia em que tivesse sentido verdadeiro prazer na gravidez. Quando não parecia um pesadelo ou uma vergonha (sim, para mim estar grávida fazia-me sentir envergonhada, embora sem saber porquê) afigurava-se simplesmente como surreal. Não, esta não era a minha vida, não era possível que estivesse a experienciar tal existência, será que já era hora de acordar?

Para ti, Ana Sofia, que escolheste nascer

por Márcia Carneiro
Obrigada Ana Sofia por teres ficado, obrigada por teres lutado, obrigada por não me teres abandonado. Esta é uma história de respeito, admiração e dor pelos desafios, pelas batalhas, pela guerra que um ser tão pequenino, ainda nem sequer nascido, travou ferozmente pelo direito de viver.

Amo-te Ana Margarida, que escolheste não nascer

Amo-te Ana Margarida, minha filha linda que escolheste não nascer. Vou-te amar continuamente, sem medos nem porquês. Amo-te, Ana Margarida, para sempre e mais além. E vou amar-te eternamente.

Para ti, Ana Margarida, que escolheste não nascer

por Márcia Carneiro
Para ti, Ana Margarida, que escolheste não nascer. Obrigada por preencheres o meu ventre, por me escolheres como mãe, por me ensinares uma nova forma de amar. Esta é a história de como sofri a tua perda, aceitei a tua decisão, abri o meu coração e compreendi que era seguro para sempre amar-te.