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minha filha / 5 POSTS ENCONTRADOS

Não te debatas em demasia com as escolhas que fazes por Amor

por Márcia Carneiro
Prestes a fazer 20 anos, duas décadas após o fim do curso e a viagem de finalistas onde conheci o homem com que ainda partilho a minha vida, recordo-me das palavras que tanto me marcaram naquele tempo. Percebo-as bem melhor do que antes. Ainda fazem sentido. Ainda são pérola de sabedoria e grão de maldição.

Amo-te Ana Sofia, amo-te como nunca pensei que fosse possível

por Márcia Carneiro
Engravidei a uma segunda-feira. Quando penso nisso surge na minha mente o refrão da canção dos U2 chamada “Sunday, Bloody Sunday”. E nem me apercebo que canto “Monday, Bloody Monday”. Pode parecer cruel ser assim que me recordo do momento de conceção da minha filha, do início do que é suposto ser a mais bela história de amor que uma mulher alguma vez pode experimentar.

Quem sou eu para o meu filho?

por Márcia Carneiro
Muito se fala e escreve sobre como ser pai. Mas o que raramente se diz é que o verdadeiro segredo está no contexto. E o contexto é a relação que estabelecemos com os nossos filhos. “Quem sou eu para o meu filho?” Esta é a pergunta que devemos colocar a nós próprios. “Eu sou a resposta, mesmo quando não tenho respostas.” Esta é a solução.

O que fazer quando o desespero é grande?

por Márcia Carneiro
Recentemente colocaram-me uma pergunta: “O que fazer quando o desespero é grande e não parece haver saída? Será que há alguma hipótese de algum dia me livrar desta dor e sofrimento? É que eu sinto que estou a sufocar cada vez mais e a perder o rumo por completo. Sinto-me completamente sozinha!” Pouco depois de me colocarem tal pergunta tive a oportunidade de ver o filme documentário “Princesa Diana: na primeira pessoa”. Recomendo-o a qualquer indivíduo que se encontre na mesma situação.

A perfeição da Natureza na Educação dos nossos filhos

Nunca consigo deixar de me maravilhar com a perfeição da natureza. Tudo está no seu lugar, tudo é o que precisa de ser, nada acontece por acaso. Onde perdemos nós a confiança nesta entidade superior no que respeita à educação dos nossos filhos? Por que acreditamos que não temos ajuda, que não há um plano maior, que as respostas estão na sabedoria humana adquirida após muito ler e aprender e não nos nossos instintos intemporais?