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meu bebe / 5 POSTS ENCONTRADOS

Amo-te Ana Sofia, amo-te como nunca pensei que fosse possível

por Márcia Carneiro
Engravidei a uma segunda-feira. Quando penso nisso surge na minha mente o refrão da canção dos U2 chamada “Sunday, Bloody Sunday”. E nem me apercebo que canto “Monday, Bloody Monday”. Pode parecer cruel ser assim que me recordo do momento de conceção da minha filha, do início do que é suposto ser a mais bela história de amor que uma mulher alguma vez pode experimentar.

Mãe, não me consegues proteger sem o papá

por Márcia Carneiro
Desde os 10 meses que a minha princesa dorme na minha cama. Gostaria de dizer que foi uma decisão de mãe consciente. Mas foi apenas o resultado de um ato de desespero, uma desistência do que devia ser em favor do que conseguia deixar-me dormir. Mas com o tempo, o estudo e o reencontrar dos meus instintos, descobri que foi um dos meus melhores momentos de maternidade.

Para ti, Ana Sofia, que escolheste nascer

por Márcia Carneiro
Obrigada Ana Sofia por teres ficado, obrigada por teres lutado, obrigada por não me teres abandonado. Esta é uma história de respeito, admiração e dor pelos desafios, pelas batalhas, pela guerra que um ser tão pequenino, ainda nem sequer nascido, travou ferozmente pelo direito de viver.

Amo-te Ana Margarida, que escolheste não nascer

Amo-te Ana Margarida, minha filha linda que escolheste não nascer. Vou-te amar continuamente, sem medos nem porquês. Amo-te, Ana Margarida, para sempre e mais além. E vou amar-te eternamente.

Para ti, Ana Margarida, que escolheste não nascer

por Márcia Carneiro
Para ti, Ana Margarida, que escolheste não nascer. Obrigada por preencheres o meu ventre, por me escolheres como mãe, por me ensinares uma nova forma de amar. Esta é a história de como sofri a tua perda, aceitei a tua decisão, abri o meu coração e compreendi que era seguro para sempre amar-te.