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Uma das maiores pedras no caminho da parentalidade: o instinto da contra vontade

por Márcia Carneiro
Criar um filho é um caminho repleto de pedras que fazem os pais tropeçar e lutar por se manterem em bom curso. Ninguém quer falhar nesta jornada. Desistir está fora de questão. O objetivo é perseverar e chegar a bom porto. Neste texto pretendo apresentar uma rocha em que os pais tropeçam vezes sem conta, sem sequer se aperceberem da sua existência: o instinto da contra vontade.

Mãe desesperada, esposa revoltada, filha magoada: o mesmo desabafo!

por Márcia Carneiro
Eu sei que estou a exagerar. Eu sei que estou a agir como uma criança, como a criança que um dia fui e precisou de desenvolver estas estratégias, estas formas de atuar para sobreviver. Mas neste instante não há mindfulness que ajude, não há respiração ou mantras que impeçam o meu agir.

Quem sou eu se me amar e aceitar tal como sou?

Quem sou eu sem a validação dos outros? Quem seria eu se não estivesse tão dependente de validação externa? Não sei, ainda lá não cheguei. Primeiro tenho que me perguntar: “O que me impede de oferecer a mim própria amor e aceitação incondicionais? Qual é a história, a interpretação, a fantasia que bloqueia o meu caminho?”

Quem sou eu sem a validação dos outros?

por Márcia Carneiro
Um pensamento que me tem perturbado nos últimos tempos é: “Quem sou eu sem a validação dos outros? Quem seria eu se não estivesse tão dependente de validação externa?” Nunca antes me tinha apercebido do papel que a necessidade de validação desempenha na minha vida.