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Ana Margarida / 4 POSTS ENCONTRADOS

Amo-te Ana Sofia, amo-te como nunca pensei que fosse possível

por Márcia Carneiro
Engravidei a uma segunda-feira. Quando penso nisso surge na minha mente o refrão da canção dos U2 chamada “Sunday, Bloody Sunday”. E nem me apercebo que canto “Monday, Bloody Monday”. Pode parecer cruel ser assim que me recordo do momento de conceção da minha filha, do início do que é suposto ser a mais bela história de amor que uma mulher alguma vez pode experimentar.

Qual é o verdadeiro significado do sofrimento? Para que serve?

por Márcia Carneiro
Acho que já todos bradamos um dia aos céus: porquê eu? Perante uma situação difícil, como a perda de algo ou alguém querido, é complicado não questionar qual a razão de ser do sofrimento. Porquê eu? Porquê a mim? O que fiz para merecer isto? Porquê é que isto me aconteceu? Neste texto faço uma reflexão sobre este tema. Confira!

Amo-te Ana Margarida, que escolheste não nascer

Amo-te Ana Margarida, minha filha linda que escolheste não nascer. Vou-te amar continuamente, sem medos nem porquês. Amo-te, Ana Margarida, para sempre e mais além. E vou amar-te eternamente.

Para ti, Ana Margarida, que escolheste não nascer

por Márcia Carneiro
Para ti, Ana Margarida, que escolheste não nascer. Obrigada por preencheres o meu ventre, por me escolheres como mãe, por me ensinares uma nova forma de amar. Esta é a história de como sofri a tua perda, aceitei a tua decisão, abri o meu coração e compreendi que era seguro para sempre amar-te.