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Sentimentos / 36 POSTS ENCONTRADOS

Quando foi a última vez que me ofereci bondade?

por Márcia Carneiro
Hoje escrevo sobre Bondade. Hoje desafio-os a pararem por um momento e refletirem sobre a vossa capacidade de serem bondosos para com vocês mesmos. Para mim, descobri há já algum tempo, é algo extremamente poderoso. E totalmente contranatura.

A minha neurose

por Márcia Carneiro
Descobri porque escrevo. E jurei que não o ia fazer mais. Mas hoje abordaram-me na rua por causa do que partilho. E eu voltei a sentir vontade de o fazer. Recordei-me de porque o tenho feito. E finalmente entendi que a neurose que me leva a escrever cumpre o seu propósito e dá-me o que preciso. E agora que estou consciente disso talvez continue a escrever, ou talvez desista. A questão é que agora tenho escolha. Não sou prisioneira.

Onde está a minha vida?

por Márcia Carneiro
Frustração. Hoje sinto-me frustrada. Por vezes fico louca de frustração. Tenho um objetivo, quero realizar algo… e ando semanas para o conseguir. Onde está o meu espaço? Onde está a minha independência, o meu descanso, a minha paz de espírito? O que faço com os meus sonhos, os meus desejos, as minhas aspirações? De que mais preciso de abdicar? Estou revoltada, estou magoada, apetece-me gritar.

Por onde anda a Meiguice?

por Márcia Carneiro
Um dos bens imateriais de que eu mais sinto falta neste mundo é a meiguice. Até a palavra soa estranha, como se fosse algo obsoleto, errado, brejeiro. Sempre fui considerada demasiado sensível. “Não se pode dizer-te nada, ficas logo magoada” foi uma frase que cansei de tanto ouvir. E talvez esteja a ser demasiado sensível aqui também. Há muito que me interrogo se ser demasiado sensível não é simplesmente um dom divino, mas isso é outra história.

O que fazer quando o desespero é grande?

por Márcia Carneiro
Recentemente colocaram-me uma pergunta: “O que fazer quando o desespero é grande e não parece haver saída? Será que há alguma hipótese de algum dia me livrar desta dor e sofrimento? É que eu sinto que estou a sufocar cada vez mais e a perder o rumo por completo. Sinto-me completamente sozinha!” Pouco depois de me colocarem tal pergunta tive a oportunidade de ver o filme documentário “Princesa Diana: na primeira pessoa”. Recomendo-o a qualquer indivíduo que se encontre na mesma situação.

Hoje todas as minhas feridas sangram, todas as escaras estão abertas

por Márcia Carneiro
Hoje todas as minhas feridas sangram. Hoje todas as escaras estão abertas e se fazem sentir. É o medo de o meu marido não voltar. É o medo de ele voltar, mas não inteiramente. Será que vou ter de voltar atrás? Será que a vida me vai derrotar? E, por fim, é o mais importante, a razão de tudo ser. É a minha filha que não quero estragar.

Conheça qual é o verdadeiro poder das crenças limitantes

por Márcia Carneiro
As crenças limitantes controlam praticamente todas as áreas da nossa existência, ditam as regras do que sentimos e do que fazemos e querem-nos fazer crer que definem quem somos. E a verdade é que definem, pelo menos enquanto não estamos conscientes delas. Mas o que são, afinal, as crenças limitantes?

O que é que queres? Tens a certeza que o sabes?

por Márcia Carneiro
O que é que queres? Parece uma pergunta fácil de responder, mas acreditem que não é. O que é que queres para a tua vida? O que é que queres de um relacionamento? O que é que queres para os teus filhos? Mal escutamos as perguntas surgem, logo, mil cenários, pelo que é difícil compreender como é que pode ser difícil responder-lhes. Mas é.

Finalmente descobri que o meu Porto Seguro é o meu Corpo

por Márcia Carneiro
A minha natureza altamente sensível fez de mim um recetor perfeito para toda e qualquer sensação de perigo. Paralelamente, as vidas de quem me protegia não foram propriamente fáceis, pelo que os seus medos e sombras eram muitos e eu cedo assumi-os como meus. Mas recentemente tudo mudou. Finalmente encontrei um porto de segurança, um farol de paz e luz: o meu corpo.

De onde vem a nossa necessidade de valorização pessoal?

por Márcia Carneiro
A falta de reconhecimento parece-me ser uma epidemia da sociedade moderna e a sua necessidade extrema o outro lado da moeda. Mas onde é que tudo começou? Qual a verdadeira raíz do problema? Neste post partilho apenas a minha opinião, a minha simples e modesta reflexão. Ou melhor, é a minha interpretação de tudo o que tenho lido e aprendido.