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Felicidade / 8 POSTS ENCONTRADOS

Desabafos de uma adolescente de segundas núpcias

Não sei quem sou porque sou adolescente. E ser adolescente é nada saber e tudo sentir. Há mais de vinte anos que fujo da adolescência, da verdadeira adolescência, daquela que nos faz ser nós, realmente nós, a nossa própria estrela polar e a nossa razão de viver. Fujo, falho, fujo, falho, fujo, falho. Hoje chega. Hoje não mais.

Pela minha filha cresci o que sempre tive medo de crescer

Hoje eu gosto de mim assim, com virtudes e defeitos, fraquezas e fortalezas. Hoje eu não tenho mais medo de sorrir, de chorar, de amar, de não gostar. Mas não foi fácil o caminho e escrevo-o porque quero um dia recordar onde estive, quem fui e que defesas me salvaram e posteriormente condenaram. O que mudou? Fui mãe.

A felicidade advém da coragem de ser quem verdadeiramente somos

por Márcia Carneiro
Possuirmos a coragem de ser quem realmente somos em vez de querermos ser alguém diferente é, para Sören Kierkegaard, a verdadeira fonte da paz e harmonia interiores e o antídoto do desespero. Porque ser quem verdadeiramente somos pode ser o ato mais corajoso que alguma vez teremos que realizar.

A verdadeira felicidade e a importância de ser quem verdadeiramente somos

Todos nós em alguma fase da vida já nos perguntamos “quem sou eu?”. A busca de saber quem somos e qual o nosso propósito na vida assola-nos a todos, muito particularmente na fase da adolescência ou na crise da meia-idade. Alguma vez se perguntou “mas quem é que afinal sou eu e o que faço neste mundo?” Então leia este post e perceba a importância de ser quem verdadeiramente é para a sua felicidade.

O que é Ser Feliz? Esta é a minha opinião!

por Márcia Carneiro
Para mim, ser feliz é deliciar-me com a inteligência da minha filha e com a compreensão do meu marido. Mas é, principalmente, sentir segurança e serenidade no meio das discussões, birras e desapontamentos. Para mim, ser feliz, foi durante décadas uma ilusão. Durante quase 40 anos raramente me senti feliz, quase nunca me senti realizada.

Onde estão os teus limites?

por Márcia Carneiro
A questão crucial em cima da mesa, após a minha filha nascer e em todo o meu relacionamento, foi e é: “Onde estão os teus limites? Como os defines, defendes e comunicas? Onde estão as tuas fronteiras pessoais? És capaz de as implementar ou esperas que os outros as adivinhem?”

Os Relacionamentos também possuem passado

A forma como compreendemos e encaramos os relacionamentos (seguros, perigosos, eternos, fugazes, relaxantes, stressantes) é uma aprendizagem há muito realizada, é uma memória intrínseca e, como tal, presente no nosso corpo como uma verdade absoluta, nunca questionada e, inconscientemente, mil vezes comprovada.

O que é que eu quero do meu companheiro?

Como é que alguém pode perceber o que eu preciso se eu não o pedir e informar? Como é que alguém há de me conseguir ver, escutar e compreender se eu não mostro o meu verdadeiro ser? E eu? Sou capaz de ver, escutar e compreender o meu companheiro? Estou a começar, a aprender, a sincronizar.