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Depressão / 7 POSTS ENCONTRADOS

Louca, esquizofrénica, psicótica? Ou sou simplesmente adolescente?

por Márcia Carneiro
Sinto-me inacabada. Como se uma parte de mim nunca tivesse nascido ou então se tivesse perdido pelo caminho que é a vida. Procuro-a desesperadamente, faço tudo para a encontrar e temo que tudo o que vou conhecer é o fracasso, para sempre, para todo o eternamente.

O que é Ansiedade? E, afinal, de onde vem? Descubra agora!

Diversos estudos reportam a alarmante realidade de que 1 em cada 5 a 8 menores apresenta as características requeridas para um diagnóstico de ansiedade infantil, transformando esta na diagnose mais comum entre as crianças de hoje. Mas de onde vem toda esta ansiedade? É genética? É um ciclo vicioso, uma bola de neve que se alimenta conforme rola?

Diagnóstico: Adolescência Reprovada

Apercebi-me que não tinha vivido a Adolescência tinha eu 19 anos. Estava no segundo ano da Faculdade e um momento no tempo fez-me pedir aos meus pais que me marcassem uma consulta no psiquiatra. Felizmente, ir a uma consulta de psiquiatria não era um tema tabu em minha casa.

Mãe que reprovou na Adolescência: Pesadelo

por Márcia Carneiro
Uma das grandes dificuldades com que me debatia na minha maternidade era a constante escolha entre mim ou a minha filha, o que eu queria fazer no momento e o que eu precisava de fazer por ela. Tudo começou mal ela nasceu e ainda hoje continua. Ser mãe sem ter vivido a adolescência foi um explodir desta dinâmica.

O que é Ser Feliz? Esta é a minha opinião!

por Márcia Carneiro
Para mim, ser feliz é deliciar-me com a inteligência da minha filha e com a compreensão do meu marido. Mas é, principalmente, sentir segurança e serenidade no meio das discussões, birras e desapontamentos. Para mim, ser feliz, foi durante décadas uma ilusão. Durante quase 40 anos raramente me senti feliz, quase nunca me senti realizada.

Mãe desesperada, esposa revoltada, filha magoada: o mesmo desabafo!

por Márcia Carneiro
Eu sei que estou a exagerar. Eu sei que estou a agir como uma criança, como a criança que um dia fui e precisou de desenvolver estas estratégias, estas formas de atuar para sobreviver. Mas neste instante não há mindfulness que ajude, não há respiração ou mantras que impeçam o meu agir.

Escolho sentir. Não há de me matar, mas sim salvar-me!

por Márcia Carneiro
Eu costumava achar-me inadaptada, fraca, defeituosa, alienígena. Eu costumava auto agredir-me com palavras e pensamentos depreciativos, ser, mesmo, uma especialista em auto abuso emocional. E um dia tudo mudou. Um dia eu percebi que o que me “matava” era a minha mente e nada mais. E hoje escolho sentir.