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Amor / 17 POSTS ENCONTRADOS

Amar. O que é verdadeiramente amar?

por Márcia Carneiro
Amar. O que é verdadeiramente amar? Não sei nem tenho pretensões de saber o que realmente é o amor em teoria, e duvido que alguém alguma vez o saiba com toda a certeza. Mas sei o que é para mim amar, o que acreditava que fosse, o que percebi que não era, o que senti ser para depois me enganar e o que sinto agora ser. Até um dia, ou quem sabe, para todo o sempre.

Para ti, Ana Sofia, que escolheste nascer

por Márcia Carneiro
Obrigada Ana Sofia por teres ficado, obrigada por teres lutado, obrigada por não me teres abandonado. Esta é uma história de respeito, admiração e dor pelos desafios, pelas batalhas, pela guerra que um ser tão pequenino, ainda nem sequer nascido, travou ferozmente pelo direito de viver.

Amo-te Ana Margarida, que escolheste não nascer

Amo-te Ana Margarida, minha filha linda que escolheste não nascer. Vou-te amar continuamente, sem medos nem porquês. Amo-te, Ana Margarida, para sempre e mais além. E vou amar-te eternamente.

Os Relacionamentos também possuem passado

A forma como compreendemos e encaramos os relacionamentos (seguros, perigosos, eternos, fugazes, relaxantes, stressantes) é uma aprendizagem há muito realizada, é uma memória intrínseca e, como tal, presente no nosso corpo como uma verdade absoluta, nunca questionada e, inconscientemente, mil vezes comprovada.

Para ti, Ana Margarida, que escolheste não nascer

por Márcia Carneiro
Para ti, Ana Margarida, que escolheste não nascer. Obrigada por preencheres o meu ventre, por me escolheres como mãe, por me ensinares uma nova forma de amar. Esta é a história de como sofri a tua perda, aceitei a tua decisão, abri o meu coração e compreendi que era seguro para sempre amar-te.

O que é que eu quero do meu companheiro?

Como é que alguém pode perceber o que eu preciso se eu não o pedir e informar? Como é que alguém há de me conseguir ver, escutar e compreender se eu não mostro o meu verdadeiro ser? E eu? Sou capaz de ver, escutar e compreender o meu companheiro? Estou a começar, a aprender, a sincronizar.

Os relacionamentos são intrinsecamente perturbadores

Eu e o meu companheiro há quase duas décadas que partilhamos uma vida em comum, mas o nosso percurso tem sido tudo menos convencional e em incontáveis momentos nada, mas mesmo nada fácil. Foi por isso que quando ouvi Bruce Tift dizer que “os relacionamentos são intrinsecamente perturbadores” senti um imenso alívio.