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Márcia Carneiro / 106 posts encontrados

Relacionamentos amorosos: o que muda com a chegada dos filhos?

por Márcia Carneiro
A chegada de um filho pode mudar os relacionamentos amorosos previamente existentes. Muitas são as mulheres que se queixam dos seus companheiros após a maternidade. Eles não ajudam o suficiente, eles não as compreendem, eles parecem não fazer a sua parte no que à criação e educação de um filho diz respeito. Neste artigo explico o que acontece a um relacionamento amoroso após a chegada dos filhos. Mas atenção: pode não gostar do que vai ler.

Amo-te Ana Sofia, amo-te como nunca pensei que fosse possível

por Márcia Carneiro
Engravidei a uma segunda-feira. Quando penso nisso surge na minha mente o refrão da canção dos U2 chamada “Sunday, Bloody Sunday”. E nem me apercebo que canto “Monday, Bloody Monday”. Pode parecer cruel ser assim que me recordo do momento de conceção da minha filha, do início do que é suposto ser a mais bela história de amor que uma mulher alguma vez pode experimentar.

5 filmes e 1 série de TV que todas as esposas devem ver

por Márcia Carneiro
Este post foi concebido para ajudar todas as esposas, companheiras ou namoradas a perceberem melhor os seus parceiros, a si mesmas e as dinâmicas próprias de um relacionamento amoroso. Para uma maior compreensão de tudo isto, ou para quem possua um desejo de aprofundar estes tópicos, partilho alguns filmes e 1 série televisiva com os quais me identifico.

Porque é que o meu filho faz birra? Entenda agora!

por Márcia Carneiro
As birras dos filhos são geralmente uma fonte de grande incómodo e dor de cabeça para os pais. Como tal, constituem um dos aspetos da parentalidade que mais leva um progenitor a pedir ajuda. Por isso, se se debate com birras por parte dos seus filhos e não sabe o que fazer para lidar com elas, comece por aqui, por perceber quais os alicerces de tal comportamento. Porque é que o seu filho fez birra?

Já pensou em que resultado espera obter ao criar o seu filho?

por Márcia Carneiro
O que o move ao criar o seu filho? Que objetivos de curto e longo prazo comandam as suas ações? Qual o resultado que quer alcançar? Talvez nunca tenha colocado a si própria estas questões de forma consciente, ou talvez sim, já o haja feito. Independentemente de ser consciente ou inconsciente, a realidade é que todos educamos os nossos filhos com um resultado em mente.

Confira 4 Lojas Online para Mulheres viverem em plenitude

por Márcia Carneiro
Neste artigo quero sobretudo celebrar o facto de cada mulher é um ser humano único e com desejos e necessidades próprios antes de ser mãe ou esposa. Apenas na sua celebração muitas mulheres percebem que é tão importante tratar delas próprias como dos filhos, companheiro e restante família. Por isso mesmo hoje partilho 4 lojas online para mulheres que ajudaram no meu crescimento e acredito que serão ao seu também.

O leite materno não é suficiente: Mito ou Realidade?

por Márcia Carneiro
Na sociedade e cultura ocidentais muitas mães deixam de amamentar por acreditar que o seu leite materno não é suficiente. O grande problema do mito de que uma mãe pode não produzir leite suficiente para o seu bebé ou bebés é que é uma profecia que se autoconcretiza. Leia agora este artigo até ao final para perceber porquê.

5 Livros para Mulheres que desejam celebrar a sua identidade única

por Márcia Carneiro
É nos relacionamentos que amadurecemos. E é nos desafios colocados pelo criar dos filhos e desenrolar de um matrimónio que muitas vezes descobrimos quem somos. Mas para isso precisamos de estar dispostas a assumir a nossa responsabilidade em cuidar de nós, em amarmo-nos. Por isso mesmo partilho neste post 5 livros para mulheres que têm sido essenciais ao meu crescimento e acredito que serão ao seu também.

A experiência de nascer e renascer: estou grávida!

por Márcia Carneiro
Não me lembro de um único dia em que tivesse sentido verdadeiro prazer na gravidez. Quando não parecia um pesadelo ou uma vergonha (sim, para mim estar grávida fazia-me sentir envergonhada, embora sem saber porquê) afigurava-se simplesmente como surreal. Não, esta não era a minha vida, não era possível que estivesse a experienciar tal existência, será que já era hora de acordar?